OPOSIÇÃO DE PINDARÉ NÃO RACHOU…

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Não passa de boato, a história de que a oposição pindareense, encabeçada pelo ex-prefeito Henrique Salgado e por Alexandre Colares, teria rachado.

Nem reunião para avaliar o quadro eleitoral das eleições deste ano aconteceu. Aguardam ainda, o fim do segundo turno presidencial para realizá-la.

Fora isso, Alexandre passa por problemas pessoais delicados, e o ex-prefeito está em viagem.

Portanto, o racha mesmo só acontece na cuca daqueles que tentam adivinhar o futuro.

MARCELO TAVARES FALA SOBRE ENDIVIDAMENTO DO MA E OBRAS NÃO CONCLUÍDAS

Marcelo Tavares, coordenador da Equipe de Transição de Flávio Dino, apontou duas dificuldades que o governador eleito terá ao assumir o comando do Estado a partir de 1º de janeiro. “O endividamento que o Estado tem hoje é altíssimo e as obras não concluídas, que são muitas, merecem a atenção do próximo governador”, disse, durante entrevista à TV Brasil na manhã desta segunda-feira (20).

Para ele, esses dois pontos são essenciais para conhecimento real da máquina pública e planejamento das ações que serão desenvolvidas a partir de 1º de janeiro. Na primeira reunião realizada na semana passada com a atual chefe da Casa Civil, Tavares solicitou informações a respeito do Estado, sobretudo relacionadas ao equilíbrio financeiro do estado.

Durante a entrevista, Marcelo Tavares, que assumirá a Casa Civil a partir de janeiro, não descartou a realização de auditorias em licitações, contratos em andamento e aplicação do verbas públicas no Governo que finda em dezembro. “O que queremos neste momento é ter informações necessárias para fazer a máquina pública funcionar bem a partir de janeiro”, esclareceu.

Conforme falou, os órgãos específicos, como Corregedoria, a Secretaria de Transparência e Controle, os tribunais de Contas e a Assembleia Legislativa poderão auditar atos da atual gestão se houver dúvida da aplicação do dinheiro público.

Acompanhamento do orçamento

Sobre o orçamento previsto para 2015, Tavares afirmou que buscará outros parlamentares para corrigir possíveis distorções. A afirmativa foi feita ao tratar da redução do orçamento de R$ 144 milhões para R$ 134 mi da Secretaria de Justiça e Administração Penitenciária (Sejap). Para ele, a diminuição reflete o descaso do governo Roseana com a área.

“Daí a crise constante no sistema penitenciário, que acaba aumentando a violência fora dos presídios. Temos que tomar medidas urgentes porque queremos a mudança do atual quadro de crise”, analisou o parlamentar.

EDITORIAL: EU ACREDITO!

Derrotas nos ensinam mais do que vitórias.

Quem ganha sempre se acha superior a quem perdeu e não liga nem um pouco por exemplo, se os meios que levaram ao êxito, foram certos ou não.

Aos que perdem, ninguém assume a responsabilidade, e embora as vezes os meios utilizados fossem os mais corretos, derrota sempre é derrota e deve ser tratada como tal.

Infelizmente, caminhamos em um vale escuro. Não conseguimos ainda enxergar o futuro e o que ele reserva.

Acreditar que lá na frente haverá vitórias simplesmente por vontade nossa, é tolice. Vitórias, são construídas ao longo do tempo e não caem do céu. O PAI lá de cima ajuda, mas seus filhos aqui na terra tem que fazer por merecer.

As derrotas nascem justamente na soberba e no desmerecimento aos adversários.

Julgar como derrotados aqueles que hoje estão no poder, é novamente tola ilusão.

Só seremos vencedores de fato se deixarmos de lado tudo aquilo que nos levou a essa situação, e com a cabeça no lugar fazermos e construirmos um novo caminho, unidos, somando novas ideias com a tradição. Algo que fuja disso é simplesmente reafirmar o nosso atestado de incompetência, que é já visto a olho nu, até por leigos.

Triste não é estarmos nesse ponto, nessa torre de babel, onde muitos só pensam em projetos de poder, onde o “eu” impera.

O que é mesmo triste, é até agora não termos aprendido nada com o que vivenciamos, e o que é pior: repetimos esses erros a cada momento, e pensamos que em um passe de mágica, ou murro na mesa, tudo se resolverá.

Mudar o destino dessa história é ter atitude, é pensar para hoje o que seria pensado amanhã.

As cabeças que só pensam no singular, devem aprender a pensar no plural . E aos que tem medo de dar um passo, pensando em tropeçar lá na frente, fica a dica, de que isso não nos levará a nada.

Devemos antes de tudo, confiar no caminho que trilharemos e se cairmos ou sermos derrubados, pelo menos não deixamos de lutar.

Que estas reflexões sejam lidas e ouvidas, e minhas preces diárias também.

Deus nos abençoe e nos conduza a dias melhores. Tenho fé e ACREDITO!

VENCEDORES DA ELEIÇÃO MARANHENSE SERÃO DIPLOMADOS NO DIA 19 DE DEZEMBRO

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No próximo dia 19 de dezembro vai ser realizada, nas dependências do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE), no bairro da Areinha, em São Luís, a diplomação dos candidatos eleitos no pleito deste ano. A sessão solene será autenticada após o TRE julgar todas as contas das campanhas de cada candidato.

 

Sobre o resultado das contas, o órgão realizou na tarde de quarta-feira (15), a aprovação do parecer da Comissão Apuradora relacionada aos candidatos que estiveram presente no primeiro turno das eleições. A medida homologa o resultado do pleito para declarar eleitos aqueles que constam no relatório.

 

No entanto, a medida não é considerada fator determinante para que os eleitos possam ser diplomados, pois existem recursos já inseridos, antes do processo eleitoral, que diz respeito a registros de candidaturas tramitando há algum tempo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

O relatório geral da totalização das eleições 2014 do 1º turno foi apresentado pela Comissão a partir da zero hora e seis minutos do dia 6 de outubro, e não houve intervenção de qualquer natureza que pudesse caracterizar uma reclamação.

Após a conclusão final do processo da Comissão Apuradora cópias do relatório sobre a ficha de cada candidato eleito será repassada ao Senado Federal, à Câmara dos Deputados e a Assembleia Legislativa do Maranhão.

Do G1

FERREIRA GULLAR: ESCRITOR MARANHENSE DIZ QUE CONTINUAÇÃO DE DILMA NO PODER SERÁ UM DESASTRE

Istoé

O poeta maranhense Ferreira Gullar, 84 anos, acaba de ser eleito imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL), depois de décadas recusando a honraria. Recebeu 36 dos 37 votos, sendo um em branco. Ele aceitou ocupar a cadeira 37, que pertenceu ao presidente Getúlio Vargas (1882-1954) e ao jornalista e empresário Assis Chateaubriand (1892-1968), simplesmente porque ela foi ocupada, por último, por seu amigo e também poeta Ivan Junqueira, falecido em julho. Mas a eleição que o mobiliza, atualmente, é a presidencial. Notório crítico do Partido dos Trabalhadores, ele diz que “a saída do PT do poder é uma revolução para o Brasil”.

Após ter votado em Marina Silva (PSB) no primeiro turno, Gullar, agora, optou por Aécio Neves (PSDB). Ex-comunista e ex-exilado pela ditadura, o poeta concorda que o ideal de sociedade mais justa é difícil de ser alcançado, mas defende que ele seja perseguido por todas as pessoas de boa-fé. Residente no mesmo apartamento há décadas, no bairro de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, ele se diz feliz na companhia de muitos livros, quadros e da gata, cujo nome é Gatinha.

IstoÉ: O sr. escreveu, antes do primeiro turno, que esta eleição é das mais imprevisíveis e tumultuadas. Continua achando?

Ferreira Goulart: Acho que o Aécio (Neves-PSDB) tem chances de ganhar. Pode ser que não ganhe, mas acompanhe: quem votaria na Dilma (Rousseff-PT) no primeiro turno já votou. O Aécio, porém, teve seus votos divididos com a Marina (Silva-PSB). Então, agora, quem tem possibilidade de crescer é ele. Acho que a margem de crescimento dela é muito pequena. É, aliás, o que eu desejo. Desejo que a Dilma perca a eleição. Doze anos no poder não tem cabimento, e ainda quer ficar mais!

O sr. também acha que os 20 anos do PSDB em São Paulo são um exagero?

Só que não tem essa safadeza, essa corrupção toda. O Geraldo Alckmin (PSDB) é um homem limpo.

O sr. vota em Aécio porque acredita que ele é a melhor opção ou porque ele é oposição ao PT, que o sr. critica tão fortemente?

São duas coisas: primeiro, alguém tem que substituir o PT, chega de PT. Segundo, não tenho dúvida de que o Aécio é essa pessoa. Pelo governo que fez em Minas Gerais, acho que ele não é um irresponsável, pelo contrário. Deu uma prova admirável quando caiu nas pesquisas, ficou com menos de 20%, mas continuou na batalha, dizendo que ia para o segundo turno, que ia ganhar. Achei aquilo curioso. Achei que ele estava querendo apenas não jogar a toalha, não se dar por vencido. Mas não, ele mostrou uma capacidade, uma raça que é coisa muito positiva. E o Brasil precisa de uma pessoa assim, dada a situação que o PT criou para o País.

Qual situação?

O Brasil está encalacrado, com a economia em crise, a inflação subindo, uma corrupção espantosa. Não pode continuar isso. Acho que a saída do PT do poder é uma revolução no Brasil. E a continuação é um desastre. Quando o PT foi criado, eu fiquei a favor, acreditava que seria benéfico para o País, para fazer avançar essa luta pela sociedade mais justa, e depois me desapontei. Tenho sempre criticado o governo do PT, continuo nessa visão crítica, e torcendo para alguém vencer o PT. Torci pela Marina no primeiro turno porque parecia que ela é que iria disputar o segundo turno com a Dilma. Mas agora é o Aécio. Eu o conheço, sei que é competente, capaz, e apoio a candidatura dele.

Atualmente, o que atrai mais seu interesse, a poesia ou a política?

Não sou político. Sou cidadão e tenho uma coluna num grande jornal (“Folha de S.Paulo”) em que posso emitir minhas opiniões. Agora, o País é uma coisa que me preocupa o tempo inteiro. A poesia é outra coisa. Dou minha opinião de cidadão, pai de família, com filhos e netos, que compreende que a sociedade brasileira é muito injusta, e isso tem que ser mudado, corrigido, e é obrigação de cada um de nós lutar contra isso. Não se pode aceitar a desigualdade que existe no Brasil, os hospitais cheios de pessoas morrendo sem ser atendidas, ou o ensino péssimo. Paga-se mal aos professores, que têm que trabalhar em quatro ou cinco lugares para sustentar a família.

O sr. tem feito poesia?

Não. A poesia depende de fatores que não dependem da nossa vontade. Posso determinar que vou escrever uma crônica amanhã sobre tal coisa. Mas não posso dizer que vou escrever um poema amanhã, porque vai sair uma bobagem. O poema, como digo, nasce de um espanto, não é uma coisa que sai por querer. Mas eu parei de me espantar. Só me espanto com a corrupção – mas a corrupção não merece um poema.

E os quadros? Tem pintado? Algum novo livro?

Meu hobby é pintar, desenhar, fazer colagens. E esse hob­by vai ganhar uma exposição em São Paulo, em novembro, e depois outra no Rio. Tem um livro de colagem que está sendo feito e deverá ser publicado no começo do ano que vem, por uma editora nova, a Edições de Janeiro. E tem, também, por essa mesma editora, um livro que venho compondo há 30 anos, que se chama “O Prazer do Poema”. São os que li e que mais me comoveram e encantaram, de autoria de outros poetas. Deve sair no fim deste ano ou no começo do outro.

O sr. sempre recusou se candidatar a vagas na Academia Brasileira de Letras. Por que aceitou, agora? 

Demorei porque não fazia parte do meu projeto de vida entrar para a Academia, nunca tinha pensado nisso. Há pessoas que têm entre seus objetivos conseguir um lugar na ABL. Eu não. Quando me convidavam, eu falava que não tinha interesse; isso levou anos e anos. Mas alguns amigos insistiam, insistiam, e eu comecei a me sentir mal, um pouco arrogante, o dono do pedaço… Quando morreu o (poeta) Ivan Junqueira (1935-2014), que era um grande amigo, pessoa por quem eu tinha muito afeto, pensei: “Bom, já que vou ter que entrar, vou entrar no lugar do Ivan, que é meu amigo, uma cadeira que me honra.”

Como está se sentindo eleito? 

A posse é em dezembro. Se aceitei me candidatar é porque vou aceitar o convívio na Academia. Tenho muitos amigos lá, e nada tenho contra. Evidentemente, sou bastante ocupado, nem sempre estarei lá. Mas o compromisso que tenho que assumir assumirei. Pretendo frequentar e cumprir com a minha obrigação.

A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), vai oferecer o fardão, como é praxe, já que o sr. é maranhense. O sr. se sente confortável, já que o Maranhão é o Estado com maior número de miseráveis do País?

O Sarney foi meu colega de juventude, nós temos a mesma idade praticamente e fazemos parte da geração que mudou a literatura maranhense, que renovou. Mais tarde, conheci a Roseana, muito cordial, gentil. Eu não vivo no Maranhão, eu vivo no Rio. Mal tomo conhecimento disso, não estou envolvido com a política do Maranhão, faço questão de não me envolver nisso. Acho o Sarney uma pessoa afetuosa, gentil. Fez uma carreira política que o levou até a Presidência da República, certamente por isso também.

O sr. começou sua militância política no Maranhão? 

Não. Eu entrei para o Partido Comunista por causa do golpe militar (1964) porque eu sabia que ia lutar contra aquele regime que estava surgindo, e não ia lutar sozinho. Depois, aconteceu comigo o que aconteceu com muita gente; fui preso e exilado.

Como se define politicamente hoje?

Eu acho que, hoje, essas denominações de direita e esquerda se tornaram bastante precárias, já não têm mais a nitidez que tinham na época em que a gente estava lutando pela reforma agrária, etc., o que resultou no golpe militar. Mas, com o fim do socialismo real, o fim da União Soviética e o fato de hoje a China e a Rússia serem, de fato, capitalistas, é uma teimosia o cara se prender a essa ideologia que não deu certo. É um sistema que fracassou. Querer a sociedade justa e a igualdade entre as pessoas é uma coisa muito correta. Agora, a maneira como isso se transforma em função administrativa está errada, não dá certo. O capitalismo, que é o regime da exploração, se baseia na iniciativa privada e a cada momento milhões de pessoas criam empresas. Isso é uma força produtiva muito grande. Mas não pode comparar isso a seis burocratas dizendo como o país deve funcionar, como é que a economia deve ser.

A sociedade justa é definitivamente uma utopia?

A sociedade justa deve continuar sendo o objetivo de todas as pessoas de boa-fé, honestas e solidárias com os outros. O que eu digo é que aquela tentativa não deu certo, mas não quer dizer que não seja possível. Acho que tem de continuar buscando o caminho. O que não pode, realmente, é ter um sujeito que ganha US$ 1 milhão a cada cinco minutos e outro que ganha US$ 500 por mês. Não dá, né?

O sr. tem um filho com esquizofrenia. O que acha do uso medicinal da maconha para tratamento de doenças como essa? 

Meu filho hoje vive normalmente com os remédios que são resultado de pesquisas durante décadas e décadas. Funcionam muito bem. Agora, isso é a minha opinião. Hoje, qualquer opinião contrária a coisas dessa natureza é tachada de preconceito. Se de fato a maconha tem qualidades medicinais, e pode ser, não sou médico para dizer que não, acho certo usar. Não sou contra o uso medicinal da planta. Mas dizer que a maconha é inofensiva para ser usada como divertimento eu acho perigoso. Para parte das pessoas não é alucinógena, mas para parte das pessoas é um risco grande.  Elas perdem o controle e podem ser levadas a fazer coisas graves. Sem falar que a maconha pode ser a porta para outras drogas pesadas.

O TRABALHO NÃO PARA! NOVAS CONQUISTAS PARA MONÇÃO

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Em Monção as conquistas não param e o povo agradece.

Mais uma vez demonstrando seu compromisso com a classe trabalhadora da zona rural,  o prefeito Queiroz (DEM)  recebeu em cerimônia realizada no último dia 16, na Expoema em São Luis, da AGERPE (Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e de Extensão Rural do Maranhão) um trator de arado.

A máquina irá auxiliar o pequeno produtor do nosso município no preparo do solo e consequentemente aumento da produção e  da qualidade das frutas,legumes e hortaliças.

 

Junto com o trator, o governo Queiróz em parceria com entidades estaduais e federais, já trouxe para Monção, novos ônibus, caçamba, e diversas outras máquinas, utilizadas também em melhorias nas estradas vicinais da cidade.

MONÇÃO: SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ENTREGA CERTIFICADOS DO CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES

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Hoje (17) a educação de Monção deu mais um importante passo. Em cerimônia que contou com as presenças de professores, diretores, supervisores e coordenadores da zona rural da educação infantil, foram entregues os certificados de conclusão do primeiro modulo da formação continuada com o tema: “Brincando, Cuidado e Educando o ser criança”,

O evento serviu também para homenagens, como para as supervisoras da educação Infantil Ana Assad e Erocilda Moraes, como também para a supervisora de Arte, Flor de Maria, e para a secretária de Educação, Laura Rosa, pelo olhar carinhoso que tem com a Zona Rural do nosso de Monção.

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O projeto de formação continuada tem por objetivo principal  capacitar nossos educadores e mostrar a importância do cuidar e educar nossas crianças.

A cerimônia contou também com a com a presença do  prefeito Queiróz (DEM) grande parceiro e incentivador de diversas ações que visam melhorar cada vez mais a educação dos monçonenses. 

FLÁVIO DINO ANUNCIA MAIS UM: RODRIGO LAGO SERÁ O SECRETÁRIO DE TRANSPARÊNCIA E CONTROLE DO GOVERNO

O advogado Rodrigo Lago será o secretário de Transparência e Controle, pasta a ser criada na gestão de Flávio Dino. Esta secretaria será responsável pelo controle interno da administração, acompanhando os contratos, apurando denúncias e fiscalizando a correta aplicação das verbas públicas.

Esta foi uma das principais bandeiras da campanha de Flávio Dino, eleito governador em primeiro turno. A Secretaria será criada sem que seja adicionado nenhum novo cargo comissionado, apenas com remanejamento de cargos já existentes.

Estarão integradas à Secretaria a Corregedoria Geral do Estado e a Controladoria Geral do Estado, visando fazer um governo transparente, honesto e republicano.

O anúncio foi feito por Flávio Dino nesta sexta (17) pelas redes sociais. Conheça o perfil do secretário.

RODRIGO LAGO – SECRETARIA DE TRANSPARÊNCIA E CONTROLE

Com destacada atuação em Direito Constitucional, Rodrigo Lago é advogado há 12 anos. Estudou Direito Constitucional no Instituto Brasiliense de Direito Público – IDP.

É Conselheiro Federal suplente da OAB (2013-2015) e consultor da Comissão Nacional de Estudos Constitucionais da OAB. Faz parte também do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB).

No Maranhão, é diretor-geral da Escola Superior de Advocacia do Maranhão – ESA-OAB/MA (2013-2015), fez parte do Conselho Estadual da OAB como presidente da Comissão de Estudos Constitucionais da OAB/MA (2010-2012). Foi também membro de bancas examinadoras de concursos para a Magistratura e Ministério Público.